28 de out. de 2010


Permita-se gritar, chorar, sorrir.

Não cale, não esmorreça, não tenha medo mesmo que seja por um momento.


Permita-se sonhar, amar, dizer sim e dizer não.


Ouvir, calar, correr, pular... tudo faz parte!


Permita-se permitir o certo ou o errado; mas permita-se!


Não viva a vida nas entrelinhas, no que poderia ter sido...


Viva e deixe viver!


Tenha histórias para contar, rugas para curtir...


Saia da rotina, vibre, decole! Seja aquilo que lhe traz felicidade, mas seja!


Saia da platéia, vire protagonista de si mesmo.


Permita-se!


Não lamente o que não deu certo!


Abra os olhos, vislumbre o horizonte, as oportunidades.


Sinta! Creia! Deseje! Almeje! Respire!


Dê a si mesmo as alegrias, multiplique-as...


Permita-se refletir a luz aos outros.


Sinta o vento a tocar seu rosto, sinta a energia de estar vivo


Compartilhe, ame, doe-se!


E cada dia será um novo dia realmente, pois


a mudança está naquilo que habita o nosso interior!


Permita-se e seja cumplice de si mesmo...


Extravase; ampare, domine, seja dominado!


Diga sim ao mundo, diga sim a si mesmo!


Adeus mal humor, dor, tristezas!


Sorria, sorria sempre!


Crie metas, administre, proceda.


Abra os abraços e receba a vitória que cada um de nós temos para alcançar!


Permita-se permitir!


Para que o mundo lhe conceda a graça de ser feliz!

19 de ago. de 2010

Olá! Sabadão como esse, um cafezinho não poderia faltar. Um café unido a sabedoria de vida então, indispensável!

Meu amigo, Anderson Zambonato, me enviou, mais uma daquelas histórias que deixam a gente refletindo sobre nossas atitudes! Espero que gostem!

Saboreie seu café...

Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.

Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras. Porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.

Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse: “Se vocês repararem pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.

O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros. Agora pensem nisso: A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de vida que vivemos. Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu”.

E aí, tomando café ou apreciando xícaras?

 Esse texto foi roubado do Blog Psicorienta. Gostei pacaz desse texto!!

13 de ago. de 2010

Passarinho


Cortem minhas asas,
Mas não colem meu bico,
Pois eu, sou um passarinho,
Que não vive sem cantar.

Prendam-me em uma gaiola,
Contudo empreste-me um sorriso,
Pois longe da minha morada
Sou ninguém... não existo.

Comova-se com minha tristeza e lance-me à liberdade,
Para que eu retorne em paz aos que me esperam em meu lar.
Vou recompensar-te refletindo a minha felicidade,
Em um coro de passarinhos toda manhã a te acordar.

Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior