Mostrando postagens com marcador relacionamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relacionamento. Mostrar todas as postagens

28 de fev. de 2014

O futuro da Guarda Compartilhada - PLC 117/2013

Guarda compartilhada: direito da criança, dever dos pais!

Está em tramitação no Senado o Projeto de Lei da Câmara 117/2013 que trata da Guarda Compartilhada.
Este PLC passou pela Câmara como Projeto de Lei 1009/2011, de autoria do Deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) e tramitou por 36 meses até ser aprovado e enviado ao Senado, em dezembro de 2013, e tem por objetivo clarear a aplicação da Guarda Compartilhada.

A Lei 11698/2008 alterou o texto do Art. 1584 do Código Civil , dando a seguinte redação para o § 2º: "Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho, será aplicada, sempre que possível, a guarda compartilhada."

Ou seja, o texto diz que em caso de litígio, SERÁ aplicada a Guarda Compartilhada. A expressão sempre que possível referia-se a capacidade psicológica, financeira e emocional de criar a criança, a habilitação do genitor em participar da vida e do desenvolvimento do filho, nada tendo a ver com o tipo de relacionamento entre os ex-cônjuges.

Porém, a imensa maioria dos Magistrados, muitas vezes apoiados no conceito de Jurisprudência consolidada, aplicam os conceitos oriundos do Código Civil de 1917. Este Código Civil considerava a "guarda natural da mãe" como princípio de partida e a colocava na posição de vítima, o que era um fato concreto da época onde a mulher não podia trabalhar, era submissa a situação do então marido e ser mãe solteira era feio perante a sociedade, e colocava o pai como obrigado apenas a manutenção/sustento dos filhos, o que é compreensível com o que recém foi dito e pelo fato de muitos filhos bastardos serem relegados a própria sorte. Essas decisões eram compreensíveis para a sociedade do início do século XX.

É descabido que os Magistrados atrelem a Guarda Compartilhada a harmonia de relações entre o ex-casal. Se os genitores recorreram ao Judiciário para definição da Guarda é óbvio que estão em litígio, que não há relação harmoniosa entre os pais, e para evitar que um dos genitores seja relegado a uma posição secundária e que o genitor guardião na Guarda Unilateral faça Alienação Parental, deveria ser imposta a Guarda Compartilhada. Se houvesse harmonia entre os genitores, os processo judicial não teria existido, ocorria apenas uma 

Hoje em dia, temos uma situação muito diferente da situação da sociedade de 1917. Muitos pais querem ser presentes na vida dos seus filhos, querem ter a convivência com seus filhos independentes da relação que tenham com os ex-cônjuges. Na posição das mães, muitas delas trabalham e tem a plena capacidade de sustentar a casa e suas despesas, a mulher não está mais na posição de vítima.
O raciocínio pode ser muito simples, quando os genitores eram casados, a criança tinha direito a presença de pai e mãe na sua vida, por que razão quando os pais se separam é atrelada a separação da criança de um dos genitores?
O fim da relação dos cônjuges não deve levar ao fim da relação entre pais e filhos.

O projeto de Lei do Deputado Arnaldo alterou o texto do artigo 1584 do CC, clareando a ideia escrita do § 2º com o seguinte texto: "Quando não houver acordo entre a mãe e o pai quanto à guarda do filho, encontrando-se ambos os genitores aptos a exercer o poder familiar, será aplicada a guarda compartilhada, salvo se um dos genitores declarar ao magistrado que não deseja a guarda do menor. "

Vejam bem, após todos os trâmites do PL na Câmara, ficou estabelecido que sempre que houver desacordo entre os genitores, deverá ser aplicada a Guarda Compartilhada e a expressão "sempre que possível" foi substituída pelo texto da sua definição tonando-o mais técnico e com menores possibilidade de interpretação pessoal do Magistrado. Como seria pernicioso para a criança a convivência obrigatória com alguém que não lhe daria a menor importância e a consideraria um fardo, o legislador deixou a brecha ao final do artigo para que o genitor que não desejasse abrisse mão da guarda com a obrigatoriedade da declaração de sua vontade e constância nos autos do processo.

Ao dar seu início de tramitação pelo Senado, após 3 meses de análise pela Relatora da  CHD - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, Senadora Ângela Portela (PT-RR), foi proposta a seguinte alteração no texto do Projeto de Lei enviado e debatido pela Câmara. 
O texto proposto pela Relatora altera o Art. 1583 do CC com a alteração do texto do § 2º introduzindo o seguinte texto: "A guarda unilateral, concedida quando restar comprovada a impossibilidade de que seja estabelecida a guarda compartilhada, será atribuída ao genitor que revele melhores condições para exercê-la e, objetivamente, mais aptidão para propiciar aos filhos os seguintes fatores:"

Agradecemos a rápida análise da Senadora, que tanto foi solicitada por pais de todo o Brasil, via e-mail, telegrama ou outro meio qualquer,  dada a importância do tema e ao número de brasileiros que são afetados por isso.


Porém, o perigo da expressão "comprovada a impossibilidade", introduzida pela proposta, reside na possibilidade de ela ser interpretada da mesma forma que foi a expressão "sempre que possível", ou seja, voltarmos ao ponto em que o Juiz poderá decidir que a Guarda Compartilhada pode ser negada porque não há harmonia entre os genitores. Não ficou clara com base em que será comprovada essa impossibilidade. 
Essa "singela" alteração trouxe um imenso temor a tantos pais que lutam pelo direito dos filhos, e deles mesmos, de terem uma convivência intensa e de serem efetivamente participativos na criação dos seus filhos. Àqueles que não querem ser participativos, que ainda vivem com o pensamento do século início do século XX, basta declarar ao juiz que não quer, irá constar nos autos do processo, e a guarda unilateral será estabelecida como sempre foi.  O que antes existia sobre a guarda unilateral continuará a existir, o PL da Câmara não extingue a Guarda Unilateral. 

Fica a reflexão para os pais, optantes pela guarda compartilhada ou pela unilateral, quando o casamento existia ou se ele existisse, a criança teria o prazer de ter pai e mãe presentes em sua vida. Por que razão a criança deve ser apartada de um dos genitores por uma decisão dos adultos em acabar com a relação?
Um ser que não participou de nenhuma das decisões, seja o começo ou o fim da relação, será penalizada pela ausência de um 


Esperamos, ainda com esperanças de que a Criança volte a ser o centro da ação, que a Guarda Compartilhada independa da situação harmônica de convívio entre os genitores já que a Lei os obriga a decidirem de forma conjunta o futuro da criança e que as modificações voltem a deixar clara a intenção do Legislador de 2008 ao criar a Lei da Guarda Compartilhada.

22 de jul. de 2010

Quem é deixa marcas!


Uma professora de Nova York decidiu honrar cada um de seus alunos que estavam por se graduar no colégio, falando-lhes da marca que cada um deles havia deixado.
Chamou cada um dos estudantes à frente da classe, um a um. Primeiro, contou a cada um como haviam deixado marca na vida dela e na da turma.
Logo presenteou cada um, com uma faixa azul, impressa com letras douradas, na qual se lia “Quem sou deixa marca.”.
Por fim, a mestra decidiu fazer um projeto de aula para ver o impacto que o reconhecimento teria na comunidade.
Deu a cada aluno mais três faixas azuis e lhes pediu que levassem adiante esta cerimônia de reconhecimento. E que deveriam acompanhar os resultados, ver quem premiou quem, e informar à turma no final de uma semana.
Um dos alunos foi ver um jovem executivo de uma indústria próxima e o premiou por tê-lo ajudado com o planejamento de sua carreira. Deu-lhe uma faixa azul, e colou-a em sua camisa.
Em seguida deu-lhe as duas faixas extras e lhe disse: “Estamos fazendo em aula um projeto de... ‘reconhecimento’, e gostaríamos que você encontrasse alguém a quem premiar e lhe desse uma faixa azul.”.
Mais tarde, nesse mesmo dia, o jovem executivo foi ver seu chefe que tinha reputação de ser uma pessoa amargurada, e lhe disse que o admirava profundamente por ser um gênio criativo.
O chefe pareceu ficar muito surpreso. Então o jovem executivo lhe perguntou se ele aceitaria o presente da faixa azul e se lhe dava permissão de colocá-la em sua camisa.
O chefe disse: “Bem… claro!” Então o jovem executivo pegou uma das faixas azuis e a colocou no casaco do chefe, bem sobre seu coração…
… e oferecendo-lhe a última faixa, perguntou: “Poderia pegar esta faixa extra e passá-la a alguém mais a quem queira premiar?”.
“O estudante que me deu estas faixas está fazendo um projeto de aula, e queremos continuar esta cerimônia de reconhecimento para ver como vai afetar as pessoas.”
Na mesma noite, o chefe chegou a casa, sentou-se com seu filho de 14 anos, e lhe disse: “Hoje me aconteceu algo incrível!… estava no meu escritório e um de meus empregados veio e me disse que me admirava; então me deu uma faixa azul por me considerar um gênio criativo.”
“Imagina! Ele pensa que eu sou um gênio criativo! Logo me pôs uma faixa azul que diz: ‘ Quem é deixa marca. ’”.
“Deu-me uma faixa extra e me pediu que encontrasse alguém mais a quem premiar. Quando eu estava dirigindo para casa esta noite, comecei a pensar a quem poderia premiar com esta faixa, e pensei em ti. Quero premiar a ti.”
“Meus dias são muito agitados e quando venho para casa, não te dou muita atenção; grito contigo por não tirar boas notas e pela desordem em teu quarto…”.
“Por isso, esta noite, só quero sentar-me aqui e… bem… te dizer que és muito importante para mim.”
“Tu e tua mãe são as pessoas mais importantes em minha vida. É um grande garoto e te amo muito!”
O garoto surpreendido começou a soluçar e a chorar, e não conseguia parar. Todo o seu corpo tremia.
Olhou para seu pai e entre lágrimas lhe disse: “Papai, momentos atrás me sentei em meu quarto e escrevi uma carta para ti e para mamãe, explicando porque tinha tirado minha vida, e lhes pedia que me perdoassem.”.
“Ia me suicidar esta noite depois de vocês terem dormido. Eu pensava que vocês não se importavam comigo.”
“A carta está lá em cima, mas não creio que eu vá precisar dela, depois de tudo o que conversamos.”
Seu pai subiu ao segundo piso e encontrou a carta, sincera e cheia de angústia e dor.

No dia seguinte, o chefe regressou ao trabalho totalmente modificado. Já não estava amargurado, e se empenhou em fazer todos os seus empregados saberem que cada um deles faz a diferença.
Por outro lado, o jovem executivo ajudou muitos outros jovens a planejarem suas carreiras, inclusive o filho do chefe, e nunca se esqueceu de recordar-lhes que eles deixavam marcas em sua vida.
Ainda mais, o jovem e seus companheiros de classe aprenderam uma lição muito valiosa.
“Quem é, deixa marca”.
E o jovem rapaz e seus companheiros de classe aprenderam uma lição muito valiosa: Quem é deixa marca.
Que tenhas um dia maravilhoso e quentinho!


Nunca é tarde, e nem muito cedo, pra se dizer "Eu te amo", porque nunca sabemos quando será a última vez!!

11 de mai. de 2010

Quando o amor vira doença

O amor – apesar de ser um dos sentimentos humanos mais conhecidos e retratados nas artes e na mídia em geral – somente passou a ser cientificamente estudado recentemente e muitas pessoas que sofrem com sua maneira de amar, se mantendo em relacionamentos dolorosos e destrutivos ou mesmo amando à distância sem conseguir se desligar, têm procurado os profissionais especializados com a dúvida: "Afinal, a minha maneira de amar é normal ou patológica?"

A resposta a essa questão ajuda a pessoa a iniciar a sua própria avaliação. Assim como ocorre com todos os sentimentos, como o medo e a raiva, por exemplo, o limiar entre o que é normal e o que é patológico no amor romântico é difícil de ser estabelecido. Não existe uma maneira certa ou errada para amar, isso é variável de indivíduo para indivíduo.

No entanto, sabemos que, no amor saudável, é comum e até esperado o comportamento recíproco de prestar atenção e cuidados ao parceiro. Quando esse comportamento se torna excessivo e a pessoa se vê obrigada a manter atenção no parceiro mais do que ela considera razoável, passando a deixar de lado outras atividades e pessoas que antes valorizava como filhos e amigos, ela pode estar com um problema que convencionamos chamar de amor patológico.

Para ajudar na avaliação da “dosagem” de seu amor com relação a(o) seu(ua) parceiro(a), procure se questionar sobre:

* Você costuma sentir-se satisfeito com a quantidade de atenção e tempo que dedica a(o) seu(ua) parceiro(a) ou percebe que fez mais do que gostaria ou do que ele(a) mereceria?

* Você acha que a quantidade de atenção que você dirige a(o) seu(ua) parceiro(a) está sob o seu controle ou é comum tentar se conter e não conseguir?

* Você mantém outros interesses e relacionamentos ou abandonou pessoas e atividades para privilegiar a relação com essa pessoa em especial?

* Você continua se desenvolvendo pessoal e profissionalmente após o início de seu relacionamento amoroso?

Se você respondeu “não” à maioria das questões, é um sinal de alerta; nesses casos, existe a necessidade de realizar uma avaliação clínica mais aprofundada com um especialista, psicólogo ou psiquiatra.

Outra pergunta bastante comum é “Amar dessa maneira patológica é, definitivamente, sofrer?” A resposta é “sim”. Muitas pessoas que estão passando por essa situação referem sentir que o(a) parceiro(a) que é alvo desse sentimento funciona como uma droga. Dizem eles: “Fulano(a) é a minha cocaína”. De fato, há características do amor patológico que se assemelham às da dependência de álcool e outras drogas que precisam ser avaliadas cuidadosamente, tais como:

1. Sinais e sintomas de abstinência (dores musculares, insônia, taquicardia, ansiedade, depressão etc.) na ausência ou distanciamento (mesmo afetivo) do(a) companheiro(a); quando o(a) parceiro(a) “volta” ou “dá sinal de interesse”, esses sintomas desaparecem ao menos momentaneamente;

2. A pessoa se ocupa do parceiro e dos interesses dele mais do que ela gostaria, muitas vezes não chegando a receber a mesma atenção em retorno;

3. Atitudes para diminuir ou para controlar o comportamento de cuidar do parceiro são difíceis e, em geral, mal sucedidas;

4. A pessoa gasta muito tempo pensando no(a) parceiro(a) ou controlando suas atividades;

5. Ocorre abandono de interesses e atividades antes valorizadas;

6. O quadro é mantido, apesar da pessoa saber que gera problemas (inclusive profissionais) para ela, para o(a) parceiro(a) ou para os familiares.

Além dessa avaliação, o profissional irá analisar, juntamente com cada cliente, se um transtorno psiquiátrico está presente ou não. Existem pessoas que desenvolvem esse quadro devido a sintomas de ansiedade e de depressão anteriores ao amor patológico e, nesses casos, o relacionamento destrutivo e conturbado funciona como atenuante do sofrimento gerado por esses sintomas e o tratamento medicamentoso pode ser necessário.

No entanto, os casos de amor patológico também podem ocorrer como problema isolado tanto em homens quanto em mulheres, principalmente aqueles com baixa auto-estima e profundos sentimentos de raiva, abandono e rejeição. Na infância dessas pessoas, o modelo familiar predominante era o ansioso-ambivalente, ou seja, na relação entre mãe/pai com o bebê, este não se sentia seguro quanto ao apoio do(a) pai/mãe (ou de quem os substituiu) em situações amedrontadoras. Quando uma criança aprendeu esse modelo de relação, ela poderá repeti-lo em sua relação amorosa, na vida adulta. A psicoterapia está indicada nestes casos, para reestruturação desse modelo, ajudando a pessoa a se fortalecer, de modo a possibilitar o desenvolvimento de outro modelo de relação. Isso não significa trocar de parceiro, mas sim adquirir a capacidade de se relacionar de maneira mais segura e saudável com o parceiro atual ou com quem ela queira se relacionar.

Outro tipo de problema que ocorre frequentemente no âmbito do relacionamento amoroso é a dificuldade de um dos parceiros em formar um laço mais duradouro, apegar-se, de forma a amadurecer a relação. Esses indivíduos têm dificuldade de passar do estágio da paixão. O que os motiva é o jogo da sedução e da conquista e, uma vez conquistado, o parceiro deixa de representar um interesse. Em geral, o modelo aprendido na infância é o rejeitador, no qual o bebê, ao procurar proteção, experimentava constante rejeição por parte dos pais. Ao se tornar adulta, a pessoa passa a tentar viver sem precisar se envolver, isto é, sem amar e sem a ajuda dos outros, dificultando a formação do laço amoroso. Muitos conquistadores se encaixam nessa situação e alguns se incomodam a ponto de procurar um terapeuta, enquanto outros são pressionados pelo(a) parceiro(a) a mudar.
Se você ou alguém que você conhece precisar de mais esclarecimentos, o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo oferece, através do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (AMITI), avaliação e tratamento especializado. Mais informações pelo site: www.amiti.com.br[1].
Dra. Eglacy Sophia é psicóloga clínica com mestrado pelo Departamento de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).
Dra. Monica Zilberman é médica psiquiatra, pesquisadora do Laboratório de Psicofarmacologia (LIM-23) do Instituto de Psiquiatria da USP e professora do programa de pós-graduação do Departamento de Psiquiatria da USP.
Fonte 

Retirei esse texto do blog A moça do Sonho!

16 de abr. de 2010

Mensagem de carinho para amigo

Carinho é fonte energética.
Carinho é caminho de amor.
Carinho nunca é demais.
A afetividade é importante, sim.
Pois, como um ser humano ainda imperfeito,
ainda aprendiz, pode bastar-se a si mesmo?
Não, amigos, a individualidade, sem dúvida,
é direito de cada um de nós.
Mas, em excesso, é egoísmo.

Viemos aqui para aprender.
Aprendizagem é sinônimo de troca de experiências,
troca de energia, troca de informações,
troca de afeto, troca e troca...

Carinho é plumagem bonita, macia, gostosa de sentir.
Quem dá afeto se fortifica; quem o recebe se acalma,
se tranqüiliza, se equilibra.

Carinho é sinônimo de amor, amigos.
Amor é bálsamo para a nossa condição de criança espiritual.
Criança precisa de amor para crescer psicologicamente,
afetivamente e fisicamente saudável.

Criança precisa de apoio e de muita troca.
Portanto, também nós precisamos de afeto.
Não esqueçam desse detalhe amigos:
amor é fonte de energia, é vida, é crescimento.
Dêem e aceitem todo o tipo de afeto com verdadeiro amor.

(esse texto recebi por e-mail da minha amiga Adriana Paino [@adrianapaino])

30 de mar. de 2010

24 toques para ser mais feliz.



01 - Seja ético.

A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.


02 - Estude sempre e muito.

A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.


03 - Acredite sempre no amor.


Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado,curta a dor, mas se abra para outro amor.


04 - Seja grato(a) a quem participa de suas conquistas.

O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.


05 - Eleve suas expectativas.

Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: "isso não é para nós". Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.


06 - Curta muito a sua companhia.

Casamento dá certo para quem não é dependente.

 
07 - Tenha metas claras. 

A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras o sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.




08 - Cuide bem do seu corpo.

Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem também.


09 - Declare o seu amor.

Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.


10 - Amplie os seus relacionamentos profissionais.

Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.


11 - Seja simples.

Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.


12 - Não imite o modelo masculino do sucesso.

Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina - é mais natural e mais criativa.


13 - Tenha um orientador.

Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.


14 - Jogue fora o vício da preocupação.


Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem ... Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.


15 - O amor é um jogo cooperativo.

Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.


16 - Tenha amigos vencedores.

Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.


17 - Diga adeus a quem não o(a) merece. 

Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe... e deixe o espaço livre para um novo amor.


18 - Resolva!

A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.


19 - Aceite o ritmo do amor.

Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.


20 - Celebre as vitórias.

Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.


21 - Perdoe!


Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.


22 - Arrisque!

O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.


23 - Tenha uma vida espiritual.

Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.


24 - Muita Paz, Harmonia e Amor... sempre!



Roberto Shinyashiki


(esse texto eu roubei do Blog da minha amiga Rachel Jucá)

16 de mar. de 2010

Presenteie!


Oito bons presentes que não custam nada

O presente escutar...
Mas você deve realmente escutar. Sem interrupção, sem distração, sem planejar sua resposta. Apenas escutar.

O presente afeição...
Seja generoso com abraços, beijos, tapinhas nas costas e apertos de mãos. Deixe estas pequenas ações demonstrarem o amor que você tem por família e amigos.

O presente sorriso...
Junte alguns desenhos. Compartilhe artigos e histórias engraçadas. Seu presente será dizer, "Eu adoro rir com você.".

O presente bilhetinho...
Pode ser um simples bilhete de "Muito obrigado por sua ajuda", ou um soneto completo. Um breve bilhete escrito à mão pode ser lembrado pelo resto da vida e pode mesmo mudar uma vida.

O presente elogio...
Um simples e sincero, "Você ficou muito bem de vermelho", "Você fez um super trabalho", ou "Que comida maravilhosa", faz o dia de alguém.

O presente favor...
Todo dia, faça algo amável.

O presente solidão...
Tem momentos em que nós não queremos nada mais do que ficar sozinhos. Seja sensível a esses momentos e dê o presente da solidão ao outro.

O presente disposição...
A maneira mais fácil de sentir-se bem é colocar-se à disposição de alguém e isso não é difícil de ser feito.

Autor anônimo

17 de fev. de 2010

Quem é mais cego?


E aí povo, tudo tranquilito?

Tirando este calor que assola o Brasil inteiro, estamos indo bem!

Mas não foi disso que eu vim falar.

Dizem que a justiça é cega, muita das vezes penso que ela é cegada por interesses escusos de uma minoria, mas isso fica pra um outro post qualquer!

Já falei aqui do tal interesse por pessoas casadas, o que nos leva a sentir esta atração e ir adiante na tentativa da conquista agora, venho falar dos sentimentos que a paixão nos trás.

Sim, quando estamos apaixonados a pessoa-alvo fica isenta de defeitos, tudo nela é perfeita. A cor dos cabelos, mesmo que seja aquele abóbora horrendo, nos parecerá bonito. Os olhos são maravilhosos, a pele sempre macia, mesmo que seja a da mão de um pedreiro.

O defeito mais atroz, (cada um escolhe um nesse momento) será tolerado. Nosso nível de tolerância esta maior, não nos importamos se a pessoa é ocupada demais, se nos dá muita atenção, se é ciumenta e possessiva ou se é largada demais!


Alguns explicam que isso ocorre porque é ativado o nosso "centro da recompensa" e isso faz com que a gente queira sempre mais daquela pessoa, com o vício por uma droga, e abrimos mão de coisas para obter este "vício". E quanto mais apaixonada a pessoa estiver, mais intensa será essa reação. De fato, um vício!

Mas não é só de negativismo que a paixão é feita. Esse êxtase que a paixão proporciona, esse frio na barriga, o descompasso do coração,  essa vontade doida de estar sempre com a pessoa, nas horas mais inusitadas, mesmo que ela esteja longe, aquece o coração e nos mantém vivos. Nos faz vencer barreiras e transpor limites antes inimagináveis! Como podemos ver nessa cena da novela Viver a Vida, que achei que é a melhor definição desses sintomas!


E então, o que vocês pensam disso? A Luciana é namorada do irmão dele, o Jorge? Há como impedir uma paixão? Tem como evitar estes sintomas?

Fica a dúvida! O que vocês acham?