Aqui colocarei as ideias paridas do meu cérebro. Algumas nascem por Cesárea, outras por parto normal, e umas ainda a Fórceps...
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7 de nov. de 2015
Quem manda aqui???
Há tempos eu comprei um livro chamado "Inquietações íntimas", livro espírita psicografado por Aloísio Silva pelo espírito Giordano Bruno, mas só peguei para ler algumas horas atrás.
De cara, logo no primeiro momento de leitura me deparo com um trecho entitulado "Contra o tempo".
Fiz uma primeira leitura não muito demorada, entre a leitura e assimilação das ideias, meus pensamentos voavam e .....
Um dos trechos que mais meditei foi o seguinte "Outro mecanismo que nos prende ao passado é a mágoa e o ressentimento. Ressentimento signfica "re-sentir", ou seja, sentir de novo algo que deveria estar no passado. A lembrança deve provocar sentimentos novos, sentimentos contextualizados com a realidade do presente. Sentir hoje com a realidade do passado é tentar novamente voltar os ponteiros do relógio do tempo, o que é impossível e por isso nos faz tanto mal.
...
O tempo passou, a pessoa está em outra trajetória, e nós estamos aqui presos àquela cena do passado, congelados em um temp que não volta mais. Como uma engrenagem que foi paralisada a força, para isso lhe foi colocado algo entre os dentes. Com a força natural de uma engrenagem, a mesma quebrará os dentes, e parmanecerá em movimento até de autodestruir. Assim acontece conosco, nos autodestruímos quando alimentamos mágoa ou ressentimentos."
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Pensamos que nos governamos, mas quantas vezes nos proibimos ou fugimos de algo por causa de coisas que foram desagradáveis no passado?
Damos um poder imenso a quem nos fez mal! Este ser, apesar de longe de nossa vida, do nosso dia-a-dia, ainda tem o poder de definir para onde vamos, como vamos, quando vamos...
Como somso ingênuos!!
Sejamos os capitães de nossos barcos!
Não nos deixemos paralisar por quem não mais tem significado na nossa vida.
O presente está aqui, devemos usá-lo! O passado já foi, o futuro ainda não veio.
Esperar "dias melhores" é uma boa válvula de escape para permanecermos na nossa "zona de conforto".
Dizer que "todos são iguais" é uma mentira enorme! Se cremos nisso, também nos igualamos a quem nos fez mal. Isto é verdade??
E então, vai tomar as rédeas ou vai deixar pros outros????
16 de out. de 2013
Saia de Eulândia!
Estava eu lendo o texto "Dois exemplos de equívocos que não podemos deixar passar" do Blog Papo de Homem e me deparei com uma constatação: estou vivendo em Eulândia!!
Não mudei de lugar, mas já explico com esse trecho do texto que me despertou essa consciência:
De quantas pessoas do nosso trabalho sabemos algo além do básico? Dos tantos "amigos" virtuais., quantos sabemos o que fazem? Com quantos já nos reunimos?
Vivemos com uma espécie de "medo do contato", até não sei se esse termo é o melhor. Muitos de nós vive preocupado com os pré-julgamentos alheios e vivem presos a estereótipos e modelos construídos por outras pessoas.
Por que não respondemos e mantemos um diálogo com uma pessoa estranha que fala conosco na fila do supermercado? Quando foi que perdemos essa habilidade? O que nos impede de dar esta resposta?
Eu mesmo devo assumir a minha posição, raramente respondo a uma pessoa estranha na rua, não sou simpático nesses lugares. Daí eu me pergunto, e por que não ser? Posso perder a oportunidade de conhecer uma pessoa sensacional. Mas também posso conhecer uma pessoa bem comum, o que não se torna um fato ruim.
Que tal nos despirmos desse ranço?
Sei que não vai ser de uma hora para a outra, mas vou tentar!
Outro texto que vale a pena ler é Quero pessoas, não espelhos, lá do Novas Ideias!
Não mudei de lugar, mas já explico com esse trecho do texto que me despertou essa consciência:
Agora pense. Estamos deixando imperar cada vez mais a “eulândia”, esse estado de egoísmo agudo, de afastamento constante do outro. Ao mesmo tempo, de tanto nos afastar e ficarmos cada vez mais isolados, não sabemos — nem um pouquinho — lidar com a gente mesmo, não suportamos a ideia de estarmos sozinhos com a gente mesmo e, aí, entramos na tal da cultura da distração.Quantas vezes damos um "Bom dia" sincero a quem nos atende? Quantas vezes damos uma olhada no crachá do atendente para chamá-lo pelo nome?
De quantas pessoas do nosso trabalho sabemos algo além do básico? Dos tantos "amigos" virtuais., quantos sabemos o que fazem? Com quantos já nos reunimos?
Vivemos com uma espécie de "medo do contato", até não sei se esse termo é o melhor. Muitos de nós vive preocupado com os pré-julgamentos alheios e vivem presos a estereótipos e modelos construídos por outras pessoas.
Por que não respondemos e mantemos um diálogo com uma pessoa estranha que fala conosco na fila do supermercado? Quando foi que perdemos essa habilidade? O que nos impede de dar esta resposta?
Eu mesmo devo assumir a minha posição, raramente respondo a uma pessoa estranha na rua, não sou simpático nesses lugares. Daí eu me pergunto, e por que não ser? Posso perder a oportunidade de conhecer uma pessoa sensacional. Mas também posso conhecer uma pessoa bem comum, o que não se torna um fato ruim.
Que tal nos despirmos desse ranço?
Sei que não vai ser de uma hora para a outra, mas vou tentar!
Outro texto que vale a pena ler é Quero pessoas, não espelhos, lá do Novas Ideias!
O céu e o inferno íntimos
Conta-se que certo dia, um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.
- Monge, disse o samurai, com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.
- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.
O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva.
Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- “Aí começa o inferno”, disse-lhe o sábio mansamente.
O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.
O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.
O velho sábio continuou em silêncio.
Passado algum tempo, o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.
Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:
- “Aí começa o céu”.
“O céu é o pão de nossos olhos”.
Do facebook da Yalorixá Maria Rosa
- Monge, disse o samurai, com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.
- Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.
O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva.
Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- “Aí começa o inferno”, disse-lhe o sábio mansamente.
O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno.
O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.
O velho sábio continuou em silêncio.
Passado algum tempo, o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.
Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou:
- “Aí começa o céu”.
“O céu é o pão de nossos olhos”.
Do facebook da Yalorixá Maria Rosa
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